Por redação
Foto de abertura: Tiësto por divulgação
Não tem como negar que o mundo é feito de ciclos, e isso cabe perfeitamente na indústria da música, principalmente da eletrônica. Com vertentes que são raízes do gênero e adaptações que vão transformando as sonoridades ao longo do tempo, o universo da música eletrônica segue se reinventando e conta com inúmeras subdivisões, como house, techno, trance e por aí vai, que circulam pelas plataformas, charts e clubes, alterando o gênero em evidência.
Uma delas tem o selo brasileiro estampado: o brazilian bass, que surgiu (e explodiu) no país em meados de 2015/16, sendo Alok um dos seus precursores, desde o palco “Alok Presents Brazilian Bass” na edição brasileira do Tomorrowland.
Agora, cerca de cinco anos depois, a vertente ganhou muita força mundo afora e foi rebatizada como slap house, sendo disseminada além das terras tupiniquins, principalmente, por Tiësto e Sevenn com “Boom” e Dynoro e Gigi D’Agostino com nova versão de “In My Mind”.
Mas como é o slap house? Na verdade, o termo “slap” é uma técnica de tocar guitarra, contrabaixo e baixo ao bater as cordas no instrumento musical, com um som que lembra a percussão. Daí vem a sonoridade com graves acentuados e vocal pop que tem tudo a ver com o mainstream e que caiu no gosto do público.
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Quer entender ouvindo? Confira abaixo cinco tracks que podem exemplificar o slap house:
1 – Tiësto – “The Business`
2 – SAINt JHN – “Roses” (Imanbek Remix)
3 – Double MZK e Santti – “Closer”
4 – Flakkë – “Call Me Back”
5 – Afrojack & Chico Rose feat. Jeremih – “Cloud 9”
