Por Marllon Gauche
Foto de abertura: divulgação
Quem conhece Aninha sabe bem sobre a sua paixão pela música. Sem nunca esconder seu total apego por essa arte, a artista evoluiu de um nome promissor do litoral catarinense para uma das maiores referências no cenário underground nacional, tudo isso, claro, graças a sua verdadeira vocação em criar momentos especiais pelas pistas por onde passou.
Porém, desde fevereiro do ano passado, Aninha tem se mantido ocupada não apenas com sua carreira de DJ, produtora e label manager, mas, também, com a equipe do München Art Lab para a captação de imagens do Solo.Doc, documentário dirigido por Patti Lüebke que, no primeiro episódio, mostrará em detalhes um pouco das diversas aventuras vivenciadas pela artista nos últimos meses.
Foto: divulgação
Aninha lembra que a sua participação no Solo.Doc surgiu em uma conversa com Patti. “Ela já havia me convidado para o Caravana Elétrica, um outro projeto que ela produzia, mas não tinha o meu perfil. Logo depois ela me ligou dizendo que teve outra ideia, fazer algo ligado a música e autoconhecimento, onde contaria a minha história, toda essa evolução como ser humano e experiências ligadas à música”, explicou com exclusividade à House Mag.
Outro fato interessante é que a palavra “solo”, além de se relacionar com a questão “individual” e também do próprio solo como “terra”, tem conceitos ainda mais profundos. “Solo vem de pegar a estrada, de ter uma carreira muitas vezes solitária, de amar e acreditar na sua arte mesmo que te digam o contrário, de precisar estar no silêncio pra surgir o barulho da criatividade”, conta.

Foto: divulgação
Parte do que foi falado acima estará presente no episódio de estreia do Solo.Doc, ainda sem data para ir ao ar. As gravações devem rolar por pelo menos mais um ano e, neste mês, Aninha irá colocar o pé na estrada rumo ao Uruguai e Argentina, por onde toca no The Lab Resistencia, dia 8, e Underconstruction, dia 10 de novembro.
