Surfando no boom da sua carreira, Tiago Rosa, residente do Matahari Super Club, conversou com a HM

Por redação

Foto de abertura: divulgação

Com seis anos de carreira e apenas 25 de idade, Tiago Rosa teve um 2018 agitado e com muitas realizações.  Emplacou este ano uma collab com Gustavo Mota, além de um super lançamento pela consagrada Bunny Tiger. 

Mas não para por aí. Ele também estreou no club número #1 do mundo, o Green Valley, e o ano ainda nem acabou e ele já tem uma tour programada para o Uruguai, onde se apresentará em Montevidéu, em fevereiro de 2019.

Natural de Itajaí, o produtor conhecido por seu estilo e basslines marcantes, além da residência no Matahari Super Club, bateu um papo com a House Mag para contar sobre um dos melhores anos da sua carreira e os planos para o novo ciclo que se iniciará em breve, na virada do ano.

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HM – Sabemos que é complicado manter a frequência de lançamentos em grandes gravadoras, e sabemos que você já lançou em algumas, inclusive, recentemente, na Bunny Tiger. Qual é o segredo?

Estou sempre atento às novas tendências da música e quais são as atuais referências. Procuro estar adequando minha postura estratégica de forma que eu possa expandir o meu som.

HM – Suas produções têm uma identidade marcante e que conferem personalidade ao seu som. Em novembro, você lançou pela Bunny Tiger. Como você chegou a gravadora do Sharam Jey?

Acredito que em qualquer profissão, quando buscamos ser o melhor, temos que estar sempre nos reinventando. Somos jovens que reprimimos o comodismo. Para eu conquistar esse lançamento, tive que sair da zona de conforto. Busquei novas inspirações para assim conseguir a aprovação da track pelo gigante Sharam Jey, com a qual sonhei durante muito tempo, recompensando o esforço no fim deste ano maravilhoso com esse grande lançamento.

HM – Esse ano você estreou no Green Valley, club número #1 do mundo. Passou algum “filmisinho” na cabeça do início da carreira até lá?

Com toda certeza, só quem está nessa batalha sabe o quanto é difícil a caminhada. Hoje, a estreia no melhor club do mundo me mostra que todas as decisões e escolhas não foram em vão. Aprendi que tudo tem seu tempo, devemos trabalhar e amadurecer nossos conhecimentos, experiências e uma hora as conquistas são consequência.

HM – Você é residente de um dos principais clubs do Brasil, o Matahari Super Club. Sabemos que é uma responsabilidade muito grande. Quais as características que um artista deve ter para manter uma residência como essa?

Seriedade, profissionalismo e muito trabalho. Esse ano completei seis anos de carreira, aprendi muito com meus erros nesta caminhada, o que me levou a acertar quando a oportunidade se apresentou para mim. Hoje eu visto a camisa do club com muito orgulho e agradeço a tudo que eles já me proporcionaram e continuam fazendo.

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Gustavo Mota e Tiago Rosa

HM – Na sua bagagem, tour pelo Egito e Bolívia. Qual a diferença dos públicos de lá e do Brasil?

A diferença de público é percebida até mesmo dentro do Brasil. Cada club tem uma vibe diferente. No Egito, chamamos de “Egypt Style” a sonoridade. O público e locais dos eventos são incríveis. Já na Bolívia, me deparei com um “front” totalmente brasileiro, o que me surpreendeu mas também me deu a sensação de estar tocando em casa.

HM – Para fevereiro, você já tem uma tour confirmada em Montevidéu. Com essa rotina de viagens, como fica o relacionamento com a família e os amigos?

Durante a semana consigo tirar aquele tempo para a família, mas mesmo de longe vou mantendo eles informados sobre tudo o que vem acontecendo. Os amigos, sempre os encontro no dia a dia e nos eventos em que me apresento. Mas o melhor de tudo é que eles entendem essa correria em busca do meu sonho.

HM – Final do ano chegando, quais são as metas do Tiago Rosa para 2019?

Primeiramente quero agradecer a House Mag e a todos os fãs e amigos por esse ano incrível que foi 2018. 2019 será um ano de grandes conquistas, com uma nova sonoridade, em busca de grandes gravadoras internacionais e grandes festivais.

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